quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O espelho da História


O homem transgride as ações
Como o calor das chamas
Transforma areia em vidro
Refletindo sua mutualidade
Sem pedir permissão ao tempo

Rasgaram o pano branco
Entre os vértices do prisma
Deixaram que o homem borda-se a verdade

O uno se fez oposto
A evolução em batalhas
Travadas pela gênese

O metal corrompeu as melhores armas
E as celas do tempo
Estão nas mãos do caos

No final não há flores
No inicio não a vida
No entanto, o amor
Entre poucos, resplandece
Em meio à natureza morta
E o horizonte do homem.

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