
Eu peço ao mar que me cubra
Com suas águas salgadas
que me devore como sal
diluído em suas entranhas.
Ao canto dos pássaros
que choram ao cantar
no deleite de seus algozes
que o silencio não seja a sua morte
E as rosas que parecem dançar
ao som do vento
que ao se desfazerem
assim,
Não seja a sua beleza
A fumaça devoradoras de almas
camuflada em cinza a sua miséria
que ao verde que te consome
transforme em vida as catástrofes do homem.
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