Para tudo que se faz ímpar
Como a vontade de lembrar
que se desfaz no querer novamente
Um olhar inocente
silêncios e palavras
sorrisos e deleites...
que parecem ao momento
nem pertencerem as nossas mentes
Mas é súbito, momentâneo, espontâneo
que desperta tantas coisas
e dessas coisas...
sentimentos, emoção, benquerencias
compaixão, afeio, amizade...
emfim amor e quem sabe o nada
Mas para que tantos sinônimos
tantos nomes e formas
se meus próprios sentindo
não encontram palavras para isso
Eu tenho o teu calor e ao mesmo tempo
nada
Eu tenho o teu olhar e ao mesmo tempo
nada
Eu tenho voce e ao mesmo tempo
es o tempo, de ser um nada
Porem lembro e tenho
aquela flor que tem a cor
do que a gente sente
da pétala que aperta o peito
que chora clemências e devaneios
No entanto,
ainda ânsia um botão
quem sabe um dia ela não abre
e descobrimos o que a gente sente.
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