
A matéria longe de ser o que é
Se desfaz com o tempo
As oportunidade caem
desfalecendo as sobras
Que se perdem no ar
como fuligens de um papel queimado
jogado ao vazio
absorvido pelo efêmero
contesta a sua própria existencia
O velho se fez ortodoxo
Entre pregos e martelos
A púrpura e o castelo
O homo se levanta
caindo sobre seus próprio membros
A terra se desmancha
sobre o exército congênito
Surge o incipiente
calçado pelas origens
E inibido pela compaixão
Gerando a matéria
Longe de ser o que é.
Lindas são,essas poesias em forma de canção.
ResponderExcluirCanção que confudem o coração
Mas que são recados pra nação.
haushsuahuahuahsu